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Thursday, August 21, 2014

Realização de um sonho escondido.../ A hidden dream coming true...

Nas últimas semanas, me descobri feliz por estar desempenhando uma função em que nunca havia me imaginado: radialista!

Faço um trabalho voluntário pra uma escola de meditação local há mais de dois anos e, recentemente, fui presenteada com uma nova função que é apresentar o programa de rádio que eles têm aos domingos de manhã.

O nome do programa é Mind Matters (algo que eu traduzo como Papo Cabeça, mas a tradução livre é Assuntos da Mente) e o foco é a técnica vipassana de meditação. Além de música legal (que eu mesma escolho e só toco música que eu gosto!), também tem entrevistas e palestras, previsão do tempo, notícias e situação das rodovias e linhas de trem locais, e mais os meus comentários, é claro.

Eu preparo o show com esmero: escolho um tema, daí, vou atrás de material relacionado com o tema (ex.: o que significa vipassana, valor do trabalho voluntário, equilíbrio da mente, falta de amor no mundo etc). É muito legal entrevistar pessoas e aprender um pouco mais sobre elas. Ando aprendendo bastante sobre meditação já que tenho estudado bastante para montar os roteiros.

Outra coisa muito legal é que estou aprendendo muito sobre equipamentos de som, edição de arquivos de som e aprendendo todos os 'jargões' que radialistas experientes usam.

Mas, a melhor parte é definir a trilha sonora! Havia esquecido de como gosto de música já que não tenho tido muita chance de ouvir música, nos últimos tempos. Mas, agora, estou montando um banco de dados que (na minha opinião!) é de dar inveja em profissionais da área! Ouço música o dia todo pra ir catalogando e selecionando as que incluirei em futuros programas. Ah, estou adorando isso tudo!

Se você ficou interessado no programa, dá pra escutar pela internet, é só acessar esse website www.rbm.org.au. Mind Matters, na Radio Blue Mountains FM 89.1, vai ao ar aos domingos, das 8 às 10 da manhã (sábado, 7 da noite, no Brasil). :-)

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In the past weeks, I found myself happy to be playing a role in which I had never imagined: radio broadcaster!

I do volunteer work for a meditation school for over two years and recently I was given a new function that is to present the radio show they have on Sunday mornings.

The program name is Mind Matters and the focus is on vipassana meditation technique. In addition to cool music (I choose the soundtrack myself and just play songs I like!), it also has interviews and talks, weather, news and situation of local highways and train lines, plus my comments, of course.

I prepare the show with care: choose a theme, then, I look for material related to the topic (e.g.: meaning of vipassana, value of voluntary work, balance of the mind, lack of love in the world etc). It's really cool to interview people and learn a little more about them. I've been learning a lot about meditation since I have to research a lot to develop the scripts.

Another really cool thing is that I'm learning a lot about sound equipment, editing sound files and learning all the 'jargon' that experienced broadcasters use.

But the best part is setting the soundtrack! I had forgotten how much I like music since I haven't had much chance to listen to music in recent times. But now I am building a database that is worthy of envy (or I wish!) to professionals! I listen to music all day to catalog and select those that I will include in future programs. Ah, I'm loving it all!

If you got interested in the program, you can listen to it on the internet, just access this website www.rbm.org.au. Mind Matters, on the Radio Blue Mountains FM 89.1, airs on Sundays from 8 to 10am (AEST). :-)

Saturday, August 9, 2014

Paz interior / Inner peace.

Grande parte da minha vida eu passei com um sentimento que, vez por outra, aparecia na superfície e me dizia que eu não estava me empenhando o suficiente na vida.

Eu sempre fui uma pessoa bastante ativa e muito responsável. Desde pequena, obedecia à minha mãe e cumpria todas as minhas tarefas: ir à escola, arrumar minha cama, manter meus brinquedos e livros em ordem etc, além do dever de casa. E ainda arrumava tempo de sobra pra brincar, pintar e bordar. Quando minha mãe voltou à força de trabalho, assumi a responsabilidade pela casa no período da tarde, depois da escola. Aos 9 anos, cozinhava, limpava e cuidava do meu irmão menor.

Arrumei o primeiro emprego aos 15 anos de idade. Trabalhava o dia todo e estudava no período noturno. Me formei no segundo grau técnico com emprego na área já firmado; depois, estudei línguas e, quando me casei, aos vinte e dois anos, já falava inglês e alemão. Terminei a faculdade e fui enviada à Alemanha pra um treinamento de especialização pela empresa onde trabalhava.

Mesmo depois de muitos anos de trabalho, empilhando qualificações adicionais à minha profissão, várias promoções e 'sobrevivendo' a diversos chefes que não sobreviveram às mudanças que toda empresa passa, de tempos em tempos, aquela sensação de incapacidade teimava em me assombrar.

Tinha minha independência financeira, casa própria, carro, celular e uma vida social saudável. E até um ou outro 'amigo' que cedo ou tarde iria se revelar invejoso da vida que eu levava.

Naquele ponto da minha vida, já tinha maturidade o suficiente pra decidir que era hora de investigar melhor o que era aquele aperto no estômago que me dava quando escutava alguém dizer 'meus planos para os próximos 5 anos são...' ou 'é preciso mudar de emprego a cada quatro anos pra não estagnar' ou 'o mercado imobiliário está em alta, vou investir em imóveis' ou 'estou aumentando meu network'.

Para justificar minha inabilidade de planejar e traçar meu futuro como essas pessoas, eu costumava dizer que 'eu aceitava as oportunidades que a vida me dava'. Mas, esse argumento não soava como suficiente, nem pra mim mesma!...

O 'aperto no estômago' que sentia era o sintoma físico causado pelo pensamento de incapacidade de ser bem sucedida na vida como todo mundo que eu conhecia. Investigando minhas emoções e atitudes, comigo mesma e com a ajuda de uma terapeuta, aprendi que eu era sim muito capaz (até de despertar inveja nos outros!) e que havia conquistado muitas coisas, materiais e não-materiais, e que se não eram as mesmas coisas que meus amigos e colegas de trabalho tinham era porque nossas prioridades eram diferentes, afinal éramos pessoas diferentes!

Anos mais tarde, depois de viver diversas realidades e situações que enriqueceram muito minha visão das coisas e da vida, me sinto, finalmente, em paz com minha atitude de tomar decisões de acordo com as oportunidades que a vida me dá! Claro que almejo algumas coisas e faço planos básicos para alcançá-las, mas, recebo bem qualquer alteração ou plano B que se apresente necessário no meio do caminho.

Buda costumava lembrar a todos que 'desejo é uma coisa perigosa e que pode trazer muita insatisfação e frustração'. Quando ouvi esse ensinamento pela primeira vez, pensei 'taí, eu não desejo muito da vida, por isso nunca fui muito de planejar o futuro' e, provavelmente, exatamente por causa disso lido bem com os problemas que aparecem, sem cair numa frustração profunda. :-)

... continua...


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Much of my life I spent with a feeling that, occasionally, would appear on the surface and tell me that I wasn't putting enough effort in my life.

I've always been a very active and very responsible person. Since childhood, I was obedient to my mother and used to fulfil all my tasks: go to school, make my bed, keep my toys and books in order etc, besides homework. And even managed to make ​​time to play and enjoy myself. When my mother returned to the workforce, I took responsibility over the house in the afternoons, after school. At age of nine, I used to cook, clean-up and look after my younger brother.

I got my first job when I was 15 years old. I used to work all day and study at night. I graduated from Technical High School already employed in that industry; later studied languages​​, and by the time I got married, at twenty-two, I already spoke English and German. I finished college and was sent to Germany for training specialization by the company where worked at the time.

Even after many years of work, collecting additional professional qualifications, getting a number of promotions and 'surviving' many bosses who didn't survive the changes that every company goes through, from time to time, that feeling of incapacity stubbornly haunted me.
 
I already had my financial independence, a house, a car and a quite healthy social life. And even one or two  'friends' that eventually would prove envious of the life I led.

At that point in my life, I was already mature enough to decide it was time to investigate further what was that pinch in the stomach I would have when I heard someone say something like 'my plans for the next 5 years are ...' or 'pne must change jobs every four years to not stagnate' or 'the real estate market is high, I will invest in property' or 'I'm increasing my network'.

To justify my inability to planning and drawing my future like those people, I used to say that 'I accepted the opportunities that life gave me.' But that argument didn't sound like enough, not even to myself!...

The 'stomach pinching' feeling was a physical symptom caused by the thought of inability to be successful in life like everyone I knew. Investigating my emotions and attitudes, with myself and with the help of a therapist, I learned that I was very capable (up to arouse envy in others!) and that I had achieved many things, material and nonmaterial, and that it they were not the same things that my friends and colleagues had it was because our priorities were different, after all we were different people!

Years later, after living different realities and situations that greatly enriched my view of things and of life, I feel finally at peace with my attitude of making decisions according to the opportunities life presents me! Sure that I pursue some things and do basic plans to achieve them, but I deal well with any change or plan B that appears necessary on the way.

Buddha used to remind all that 'desire is a dangerous thing and can bring a lot of dissatisfaction and frustration'. When I heard that teaching for the first time, I thought 'that's it, I don't expect much from life, so I've never been much of planning for the future', and probably exactly because of that I can tackle the problems that arise, without falling into deep frustration . :-)

... to be continued ...

Sunday, December 30, 2012

Being kind makes you happier and more popular! / Ser gentil te deixa mais feliz e mais querido!

I read an article that made me very glad. The article described a study run by Canadian psychologist Lara Aknin and her colleagues with 400 tweens - 9 to 12 years old - and showed that kids who practice more acts of kindness are happier and more appreciated by their peers than kids who don't.
  
The researchers asked a group of 200 children to go fun places three times a week for a month and asked another group the same size to perform kind acts three times a week for the same period. The first group reported they chose to go to places such as shopping malls and their grandparents' home and the other kids said they shared their lunch with their mates and helped their mums to carry shopping bags. At the end of four weeks, the researchers interviewed the children of both groups and found out that both showed signs of increased happiness, but the group that spent the month practicing goodwill was happier, more pleased. Also, the researchers asked to their peers who were not involved in the study which mates they would prefer to do school work together and found out that the kids from the "kindness group" were more popular and that were more likely to make 1.5 new friends than the kids from the other group!

The same team of researchers knew, from a previous study, that toddlers show the highest happiness rates when they give their own treat to a monkey puppet that, they were told, "liked treats". They showed more enthusiasm in giving a treat away than when they received a treat for themselves from the expert's hand.

From these studies, the scientists concluded that there's a good chance that humans, or at least most of them, are born to be kind persons. The questions is what makes us change along the way... well, I would say it's pretty much up to each one of us to decide about the sort of person we want to be. Of course, it is much harder to be kind in a hostile environment and one can be pushed to the limit and breakdown in anger and animosity... but, anyways, I believe it is still worth it to try breaking the vicious cycle and react with kindness, especially now that we know science is on our side...!

The discussion scientists want to raise now is how effective it would be to encourage and promote kindness among young children at school in order to refrain misbehaving and even bullying.

Personally, I think these studies are motivating to parents and teachers who tirelessly try to inspire their children to do good and become good adults. I also believe that if we succeed in developing the taste for acting kind, the world will certainly become a better place to live.

Why not to try some kindness today? Would you like some tips? Cook your husband's favorite dish, do the dishes to spare your wife's nails, hold the lift's door open for parents with a pram, give your seat on the train to an elder man, ring your mum just to catch up, greet good morning when you pass by your next door's neighbour... :-)

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Eu li um artigo que me deixou muito contente. O artigo descrevia um estudo executado pela psicóloga canadense Lara Aknin e seus pesquisadores, com 400 pré-adolescentes - 9 a 12 anos - e mostrou que as crianças que praticam atos de bondade são mais felizes e mais apreciadas por seus coleguinhas de classe do que as crianças que não têm o costume de serem gentis.
 

Os pesquisadores pediram a um grupo de 200 crianças para ir a lugares divertidos, três vezes por semana durante um mês e pediu ao outro grupo, do mesmo tamanho, para realizar atos de bondade três vezes por semana no mesmo período. As crianças do primeiro grupo relataram que escolheram ir a lugares como shopping centers e a casa dos avós e as outras crianças, do outro grupo, disseram que dividiram o lanche com os colegas e ajudaram as mães a carregar sacolas de compras. Ao final de quatro semanas, os pesquisadores entrevistaram as crianças de ambos os grupos e descobriram que ambos os grupos mostraram sinais de aumento da felicidade, mas o grupo que passou o mês praticando boa-vontade se sentiu mais feliz, mais realizado. Além disso, os pesquisadores pediram aos colegas de classe que não estavam envolvidos no estudo qual companheiros eles prefeririam fazer um trabalho da escola juntos e descobriu que as crianças do "grupo da bondade" eram mais populares e que estavam mais propensos a fazer 1,5 novos amigos do que as crianças do outro grupo!
 

A mesma equipe de pesquisadores já sabia, a partir de um estudo anterior, que as crianças mostram as maiores taxas de felicidade quando dão o seu próprio doce para um macaquinho de pelúcia que "adora doces", como foi dito pra eles. Eles mostraram mais entusiasmo em dar seu próprio doce do que quando receberam um para si da mão do especialista que conduzia o teste.
 

A partir desses estudos, os cientistas concluíram que há uma boa chance de que os seres humanos, ou pelo menos a maioria deles, nascem para ser pessoas amáveis. A questão é o que nos faz mudar ao longo do caminho ... bem, eu diria que vai muito de cada um de nós decidir sobre o tipo de pessoa que queremos ser. Claro, é muito mais difícil ser gentil em um ambiente hostil e a pessoa pode acabar a ser levada ao limite e explodir em raiva e hostilidade ... mas, de qualquer maneira, eu ainda acredito que vale a pena tentar quebrar esse ciclo vicioso e reagir com gentileza. Especialmente agora que sabemos que a ciência está do nosso lado ...!
 

Agora, os cientistas querem levantar a discussão sobre o quanto seria eficaz incentivar e promover a bondade entre as crianças na escola, a fim de conter o mau comportamento e até mesmo bullying.
 

Pessoalmente, eu acho que esses estudos são uma motivação para os pais e professores que incansavelmente tentam inspirar as crianças a fazerem o bem e se tornarem adultos mais amáveis. Acredito também que se conseguirmos criar o gosto por praticar atos bons, o mundo certamente vai se tornar um lugar melhor para se viver.
 

Por que não tentar alguma gentileza hoje? Quer umas dicas? Faça o prato favorito do seu marido, lave a louça para poupar as unhas da sua esposa, mantenha a porta do elevador aberta para o casal com um carrinho de bebê, dê o lugar para um senhor mais velho dentro do metrô, ligue pra sua mãe só pra dar um alô, dê bom dia quando passar pelo vizinho do lado... :-)

Tuesday, September 27, 2011

O tempo!

Ah, o tempo! Há tantas maneiras de se abordar o tema "tempo"! Eu vou simplesmente deixar 'sair pra fora' as ideias, usando o tempo, significando a passagem dele... horas, dias, semanas etc.

A gente é, na essência, impaciente. Reclama da fila, acha ruim quando o ônibus está dois minutos atrasado, não tem tempo pra visitar um amigo, come cru e quente.

Feliz é aquele que aprende cedo que o mundo anda num rítmo diferente do que desejamos. Assim como não temos pressa pra resolver o problema dos outros, os outros, da mesma forma, não têm pressa com os nossos!

Levou um tempo até que eu me encontrasse aqui, sentada num sofá muito aconchegante, de frente pra uma janela grande onde um vale das Blue Mountains me mostra um quadro lindo, com árvores, pássaros e um  céu super azul a perder de vista. Esse é meu novo lar. Depois de 5 meses matando a saudade do Brasil, me mudei pra Austrália, onde pretendo fincar pé - pelo menos, até a próxima aventura! ;-).

Foi um período em que o plano era esse mesmo, revisitar a minha gente, lá no Brasil, enquanto aguardava o visto de imigração. Mas, como típica humana, nem sempre encarei a situação como positiva, pra aproveitar o tempo me divertindo. Ao contrário, muitas vezes, passei horas e até dias lamuriando sobre a demora do processo de imigração, me sentindo presa e impotente. Quanto drama e estupidez!

Os meus principais mecanismos pra lidar com a frustração da espera é me manter ocupada e otimista. Sempre mantenho o bom humor e a fé de que, no final, tudo dará certo. E procuro o que fazer pra preencher o tempo e manter a cabeça ocupada com coisas úteis. E mesmo assim, durante esse tempo, confesso que, em muitos momentos, não consegui manter nem o bom humor e nem a mente ocupada! E daí, já sabe o ditado: 'cabeça vazia é morada do diabo!'. E a depressão toma conta da gente. Mas, graças a Deus, comigo, esses momentos nunca foram muito duradouros e sempre encontrei uma forma de escapar do baixo-astral.

Acredito muito naqueles ditados sobre "o dia é a tela e a paisagem é você quem pinta", "você é quem decide se o seu dia será bom ou ruim". Em outras palavras, está em mim a decisão de ser feliz ou infeliz hoje. Eu escolho se encaro a espera como uma prisão ou como uma oportunidade de reflexão.

Então, decidi refletir - e me divertir -, já que tinha todo o tempo do mundo! Foi muito bom! Descobri um canal pra desenvolver uma velha vocação, aprendi a costurar, escrevi bastante e cozinhei bastante também, fui a lugares que desejava ir há muito tempo. Mas, tenho que admitir que poderia ter feito muito mais se não fossem os momentos sombrios que me deixaram triste por estupidamente pensar que estava perdendo meu tempo! Foi por estupidez que realmente perdi meu tempo me sentindo triste!!

Bom, o aprendizado que ficou pra mim foi que é preciso não sentir pena de si mesmo por coisas que nos acontecem. mas, simplesmente encarar os desafios e seguir em frente, sem desanimar e sem reclamar. Mantendo o bom humor e a esperança. Temos total responsabilidade sobre o tempo que nos é dado e me recuso a desperdiçá-lo, irresponsavelmente, me sentindo triste! :-)

Friday, July 22, 2011

Também é bom ficar em casa! / It´s also nice to stay at home!


Quando escrevi sobre como é bom dar uma viajadinha, quis escrever também sobre como é igualmente gostoso ficar em casa.

É bom dormir na nossa cama, usar o banheiro de casa - tem gente que simplesmente não consegue "ir" em outros banheiros e volta das viagens sempre "entupido"! É bom também cuidar do jardim, ler no sofá da sala, assistir à novela, ouvir aquele cd comprado há anos e que a gente nem teve tempo de curtir, pedir uma pizza no sábado à noite, quando os amigos vêm visitar. Coisas de fazer em casa!

Como já escrevi antes, venho gostando de fazer coisas em casa. Sempre tive profissionais, dentro e fora de casa, pra fazer as coisas pra mim. Hoje em dia, gosto mais de comer o que eu mesma cozinho do que comer em restaurantes. Também sinto um prazer imenso quando alguém elogia minhas unhas, devidamente feitas por mim. E vou pra cama, no fim do dia, feliz por ver que a casa está em ordem e cheirosa a custo do meu próprio suor! hehehe... que dramática! Mas, o que quero dizer é que acredito naquele ditado que diz que "não há lugar melhor no mundo do que a casa da gente" e sinto prazer de ficar em casa, às vezes.

Viajar é delicioso, nos diverte, instrui e relaxa a mente, mas, é maravilhoso ter um lugar pra onde voltar! :-)

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It´s also nice to stay at home!

When I wrote about how good it is to go on a trip, wanted to write about how it's also nice to stay at home.

It is good to sleep in our own bed, use the bathroom at home - there are people who just can´t "go" in other bathrooms and always go back home kinda "clogged"! It's also good gardening, reading on the sofa, watching soap opera, listen to that cd bought years ago and we still had no time to enjoy, order a pizza on a Saturday night, when friends come to visit. Things that we do at home!

As I wrote before, I've been enjoying doing things at home. I had always have professionals, inside and outside home, to do things for me. Today, I´m more pleased in eating what I cook myself than eating in restaurants. I also feel a great pleasure when someone compliments my nails, duly made
​​
by me. And go to bed at the end of the day, glad to see that the house is neat and smelling nice at the cost of my own sweat! hehehe ... so dramatic! But what I mean is that I believe that saying "there´s no place like home" and I enjoy staying at home sometimes.

Traveling is great, entertains us, instructs and relaxes the mind, but it is wonderful to have a place to go back to! :-)

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